X Festival Afro-Arte: expressões culturais afro-brasileiras no ambiente escolar é realizado em Maracanaú

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Foto: Stênio Saraiva

A Secretaria de Educação realizou, no dia 21 de agosto, o X Festival Afro-Arte: Expressões Culturais Afro-brasileiras no Ambiente Escolar, no Teatro do Centro Cultural Dorian Sampaio. O tema desta edição foi saberes ancestrais, pertencimento, resistência e práticas formativas para uma educação antirracista.

O evento foi idealizado para incentivar professores e a comunidade escolar na identificação e apresentação de iniciativas pedagógicas que estimulem crianças, adolescentes e adultos a reconhecerem, valorizarem e aprenderem a história da África, o protagonismo de negros e negras para preservar as expressões culturais afro-brasileiras no ambiente escolar no município de Maracanaú.

Estiveram presentes o Secretário de Educação, Marcelo Farias, o Secretário de Cultura e Turismo, Gerson Cecchini, técnicos da Secretaria de Educação, professores e estudantes das turmas de 6º ao 9º ano.

Foto: Stênio Saraiva

O Festival Afro-Arte foi realizado no primeiro momento no âmbito escolar, trazendo para a sala de aula atividades multidisciplinares que valorizam a cultura afro-brasileira com o objetivo de proporcionar conhecimento sobre a História e a cultura africana, introduzindo a Lei nº 10.639 no dia-a-dia da comunidade escolar.

Os estudantes da Creche Municipal Osmira Eduardo de Castro e das Escolas Municipais de Ensino Fundamental Construindo O Saber, Elias Silva Oliveira, Noberto Alves Batalha, Maria Gláucia Menezes Teixeira Albuquerque, Senador Carlos Jereissati, Rachel de Queiroz, Liceu de Maracanaú, José Mário Barbosa, Deputado Ulysses Guimarães, Walmiki Sampaio de Albuquerque, José de Borba Vasconcelos e Valdênia Acelino da Silva apresentaram expressões artísticas sobre a cultura afro-brasileira. O Núcleo de Cidadania dos Adolescentes – NUCA apresentou práticas de enfrentamento ao racismo.

Eliza Lima, estudante da Escola Deputado Ulysses Guimarães, conta que “o Afro-Arte ajuda as pessoas a se aceitarem do jeito que são, a aumentar a autoestima e não darem voz ao preconceito, porque independentemente do cabelo e da cor, todos são iguais”. (Bruna Marques)