Nova Praça da Estação torna-se ponto de lazer procurado pelos maracanauenses

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Revitalizada pela gestão Firmo Camurça, um dos maiores patrimônios históricos dos maracanauenses voltou a se tornar um grande ponto de lazer e convívio social entre os moradores do Município. A Praça José Holanda do Vale, popularmente conhecida como a Praça da Estação, foi reocupada pelas famílias da Cidade e recebe, diariamente, grande fluxo de pessoas. Não há quem passe pelo local e não se deslumbre com a beleza e atrativos que o espaço público oferece. O grande destaque é a fonte d’água luminosa e sonora que tem o funcionamento todos os dias em três horários:  6h30min às 8h30min; de 11h30min às 14 horas, e de 18 às 22 horas.

Paisagismo, nova iluminação, novo piso, terminal para embarque e desembarque de passageiros de transporte público, Réplica da Maria Fumaça, fonte, estátua de São José (que ganhou aparência 3D), três quiosques e bicicletário tornaram o patrimônio novo orgulho para o povo de Maracanaú. Há ainda um parquinho para garantir a diversão para a criançada. A obra histórica, entregue no último mês de dezembro, faz parte do amplo projeto da Administração Municipal que visa a revitalização do Centro Histórico do Município.

História da Praça –  A Praça da Estação, localizada em frente à Igreja Matriz de São José, no Centro Histórico, é um marco do processo de desenvolvimento e ocupação de Maracanaú. Em 1875, com a chegada da linha férrea, na região onde fica a Praça da Estação, Maracanaú começou a crescer economicamente. Este ano, 1875, inclusive, está gravado na Maria Fumaça pela sua importância histórica.

Iluminação – A nova iluminação pública da Praça da Estação é composta por 32 postes ornamentais no seu interior, 10 postes de 12 metros de dois níveis, refletores na Maria Fumaça e 47 refletores que fazem parte do paisagismo, embelezando e propiciando mais segurança a esse espaço público.

A Fonte – A fonte d’água luminosa e sonora da Nova Praça da Estação se destaca pela interatividade com o público, pela sustentabilidade e faz memória ao Chafariz Público, que ficava no local e foi demolido durante a obra do Metrofor. A fonte possui 45 bicos de jatos verticais dançantes e um sistema de filtragem que reutiliza toda a água, sendo necessário apenas as reposições ocasionadas pela evaporação. A filtragem mantém a água cristalina e sem algas. Outro destaque é a interatividade, o público, através de cinco pedais, poderá realizar um controle interativo dos movimentos aquáticos, iluminação e sonorização.

Por possuir a característica de cibernética visitável, a fonte possui um relógio digital programável que sincroniza a atuação da iluminação com o percurso solar diário. A iluminação é composta por 52 projetores de leds multicoloridos automatizados, que estarão sincronizados com a dança das águas e com a sonorização formada por 10 caixas acústicas amplificadas. (Bruna Morais)